terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Quem é o homenagedo?

Quem é o homenageado?


Será que alguém lembra o real motivo do NATAL?
Com a ferocidade midiática deste selvagem capitalismo, será que alguém ainda lembra do aniversariante?
Nesta volúpia festiva exterior, é possível fazer algum tipo de reflexão pessoal sobre este findar de etapa?
O aniversariante em foco conviveu cultuando coisas de ferro ou de vidro?
Até quando São Nicolau ocupará o lugar do verdadeiro aniversariante?
Ou será que dentro do próprio cristianismo, O Cristo tem sido pouco lembrado?
Como responder estas questões sem um exame pessoal de consciência?

Acredito que é preciso parar.
Parar e pensar na verdadeira essência do NATAL.
Quando vamos reconquistar nossa autonomia libertária?
Ou será melhor nos mantermos na cómoda situação de devotos?
Devotos do novo deus da estética competitiva, nos modernos e tecnológicos templos devocionais denominados de shoping
center?
Deve ser muito chato mesmo ter escolher sua própria roupa; ir ver o filme do seu gosto pessoal; não ir na "lavagem do Bonfim" porque quer ficar um pouco mais com a família neste feriado; ou ainda,
Por isso estamos adoecendo enquanto espécie.
Variados estudiosos sinalizam uma série de "doenças e males do nosso tempo".

Com isso, pouco a pouco, o homem vem perdendo sua identidade de ser inteligente, gregário, livre.

Que será do futuro da raça humana?
Será que se observássemos melhor o Natal, mergulhássemos em suas proposta primordial e identificássemos a sua essencial mensagem, isto poderia provocar uma correção de roteiro?
Será possível "salvar" a humanidade por meio de um exame pessoal de consciência?
"Ama a teu próximo com a ti mesmo", disse Jesus em sua passagem pela terra.
Pensemos um pouco nisto.
Sejamos felizes, descobrindo o que nos faz feliz, e que esta descoberta possibilite um redirecionar de rotas, de escolhas.




Nenhum comentário: